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39 universidades federais estão em greve

Funcionários reclamam dos grandes cortes no orçamento das instituições

Foto:Ueslei Marcelino, Ag Reuters

Foto:Ueslei Marcelino, Ag Reuters

A crise na educação pública segue firmemente em oposição ao lema “Pátria Educadora” assumido por Dilma Rousseff neste segundo mandato. Leiam trecho da reportagem de “O Estado de São Paulo” publicada hoje:

Com o corte de repasses do governo federal às universidades federais desde o início do ano e a falta de negociação sobre o reajuste salarial, professores e funcionários de 39 instituições decidiram nesta quinta-feira, 28, pela greve.

A paralisação de docentes foi aprovada em 18 universidades e a de funcionários técnico-administrativos, em 39. Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff e revisão do contingenciamento de recursos às instituições. “O governo não negocia conosco, as federais vão fechar por inanição nos próximos meses se nada for feito”, disse Paulo Rizzo, presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).

Com R$ 7,5 milhões em dívidas e uma das situações mais críticas, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)enfrenta a partir de segunda, 1º, greve dos funcionários. A paralisação vai afetar também o Hospital São Paulo. Em nota, a universidade disse entender a importância da pauta dos servidores.

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