Notícias

“A Petrobras blindou a roubalheira da SBM” diz Elio Gaspari

Jornalista faz afirmação em sua coluna. Ao final, falando da prisão de tesoureiros do PT, lembra do destino dado a Celso Daniel

graçaLeiam o parágrafo inicial da coluna de Elio Gaspari na Folha de São Paulo de hoje:

A doutora Dilma disse que a Petrobras “já limpou o que tinha que limpar”. Falso. Falta limpar o acobertamento das suas tenebrosas transações com a companhia holandesa SBM, a maior operadora de sondas flutuantes do mundo. Com sede em Mônaco, é a maior empregadora do principado, perde só para o cassino. Faturou 4,2 bilhões de euros em 2012 e 60% de seus negócios davam-se com a Petrobras. Desde 2012 a diretoria da empresa sabia que distribuíra US$ 139 milhões no Brasil, onde seu representante era Julio Faerman, um ex-funcionário da Petrobras que teve US$ 21 milhões numa conta do HSBC suíço e hoje vive em Londres. Homem discreto, só se conhece dele uma fotografia, com uma máscara veneziana cobrindo-lhe os olhos. O contrato de venda da plataforma P-57 (US$ 1,2 bilhão), por exemplo, gerou uma comissão de US$ 36 milhões.

No artigo, o colunista trata do caso que voltou aos holofotes semana passada após entrevista do ex-diretor da SBM, Jonathan David Taylor, à Folha. Esse assunto não é novo: em 2014 divulgamos por aqui  reportagem que trazia o depoimento do chefe de Governança e Conformidade da empresa holandesa em que ele afirmava que Graça Foster sabia das irregularidades.

Mais Lidas

To Top