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“A prevalecer a tese de Dias Toffoli, a prisão preventiva só se aplicará aos pobres”

Nelson Jr./SCO/STF

Para desembargador, Toffol só tirou Paulo Bernardo da cadeia por causa da ligação com o PT.

O desembargador Edison Vicentini Barroso compartilhou junto ao meio jurídico um posicionamento bem forte a respeito da decisão de Dias Toffoli que livrou Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann, da cadeia. Intitulado “Justiça seletiva“, o texto abre lembrando que o ministro do STF possui um passado extremamente ligado ao PT, e chegou à Suprema Corte não por mérito, mas por questões meramente políticas.

Em dado momento, Barroso deixa claro: “A prevalecer a tese de Dias Toffoli, doravante, a prisão preventiva só se aplicará aos pobres“. E destacou que houve um tratamento diferenciado para com o preso ligado ao PT:

“Toffoli alude a constrangimento ilegal de Paulo Bernardo. Constrangida, em verdade, senhor ministro, está a sociedade brasileira e o senso comum do que de direito, diante da constatação de decisão revocatória que só faz justiça ao jeito petista de pensar, de agir e de ser – na medida em que, fosse qualquer outro na situação de Bernardo, intocada estaria a correta prisão preventiva determinada pelo magistrado Paulo Bueno de Azevedo.”

O PT não mais está na Presidência da República. Mas ainda apronta das suas nos outros poderes desta democracia.

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