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Ainda na perseguição ao deputado federal, a imprensa inventou o “Bolsonaro de Paraty”

Mas basta ler a notícia com calma para comprovar que forçaram demais a barra

Mesmo em se tratando de uma município no litoral do Rio de Janeiro, veio de um jornal de São Paulo a manchete: “Para evitar crimes, comércio contrata empresa ligada a ‘Bolsonaro de Paraty’“. Numa primeira leitura, o título parece enaltecer o trabalho da tal empresa. Mas basta conferir a chamada do UOL para entender que há algo bem mais complexo em jogo:

Como assim?! O tal “Bolsonaro de Paraty” estaria relacionado a uma decapitação?!

Nada disso. A empresa vem crescendo na cidade fornecendo vigilância particular. E o interesse da população no serviço nasce da onda de violência que tomou conta da região, onde até mesmo uma decapitação rolou numa favela dominada por uma facção criminosa.

Para completar, de onde vem o tal “Bolsonaro de Paraty”? Do secretário de segurança do município, que se descreve assim: “Sou um policial de respeito, não tem acordo com vagabundo, não. Sou um Bolsonaro na vida, não mexam comigo“. Ou seja… Não possui qualquer ligação com Jair Bolsonaro.

Agora que você, leitor, está ciente do que está em jogo, releia a chamada do UOL e responda a si mesmo se ela é minimamente aceitável.

Contudo, há de fato algo a ser questionado: a relação do secretário de segurança com a empresa, pois soa o tipo de privilégio que não cabe a um gestor público. Mas algo que só interessaria à população local se não fosse a vontade da imprensa de seguir emplacando pautas contra Bolsonaro.

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