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Alckmin se distancia de Dilma dizendo não à CPMF e ao ajuste fiscal

Mudança de postura soa como sinal de que já não há vantagem em manter apoio a decisões do Planalto.

Com uma distribuição tributária tão centrada na União, a rotina dos governadores de oposição costuma não ser das mais fáceis. Quando do impeachment de Collor, Brizola, então governador do Rio de Janeiro, foi um dos últimos grandes líderes políticos a apoiar o processo. Era isso ou correr o risco de ser sabotado pelo Planalto. Hoje, neste papel, encontra-se Geraldo Alckmin. No comando do maior estado da nação, só agora se sente confortável para peitar Dilma. E justo naquilo que deve ser sua última derrota política antes da queda: o ajuste fiscal. O governador de São Paulo reclama da tentação do aumento de impostos e aponta que a solução passa pela redução do Estado. Que assim seja.

Alckmin diz que não vai apoiar ajuste fiscal e CPMF

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