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Antes de viajar, Dilma deixa assinado veto a financiamento empresarial de campanhas

Segundo presidente da Câmara, no entanto, essa guerra ainda não acabou.

A assinatura surge como cereja do golpe denunciado por Gilmar Mendes em voto no STF. Segundo o ministro, tudo teria partido de uma conspiração entre PT e OAB para impedir que a iniciativa privada financie opositores do PT, enquanto o partido desviava reais aos bilhões para bancos no exterior. A cada nova etapa da Lava Jato, a tese de Mendes parece fazer mais sentido. Com a decisão da suprema corte, Dilma se viu livre para vetar os esforços de Eduardo Cunha para que ao menos a doação de empresas a partidos dentro do limite de R$ 20 milhões fosse permitida. Mas, segundo o presidente da Câmara, a guerra ainda não acabou. | [fonte]

Dilma veta financiamento empresarial de campanhas

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