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Ao menos não foi por Whatsapp: Dilma demite ministro da Saúde por telefone

Ligação não chegou a 2 minutos de conversa e Dilma nem sequer agradeceu pelo serviço prestado por Arthur Chioro.

Segundo Ancelmo Góis, a conversa com Chioro não durou 2 minutos, nem rendeu ao menos um “muito obrigada” da parte da presidente, que deve entregar o Ministério da Saúde ao PMDB numa tentativa desesperada para se livrar do impeachment. Mas a indelicadeza não é inédita no Brasil. No passado, Lula já havia demitido Cristovam Buarque do Ministério da Educação com telefonema semelhante. Contudo, pior fez Anthony Garotinho, quando governador do Rio de Janeiro: comunicou a demissão de Luiz Eduardo Soares, seu subsecretário de Segurança Pública, durante uma entrevista ao vivo para o RJTV.

Demissão de ministro por telefone é indelicada, mas não inédita

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