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Apesar de tudo, governo Dilma segue com medo de Cunha e suas ameaças de impeachment

Foto: Pedro França/Agência Senado

Após uma breve comemoração, a estratégia do Planalto é se manter atento a qualquer rebelião e trabalhar uma reversão da prometida derrota no TCU.

As ameaças foram transmitidas pela imprensa na mesma sexta-feira em que Dilma concluiu a – considerada por ela mesma – vitoriosa reforma ministerial. A aposta da presidente é de que os dois membros do baixo clero do PMDB a ganharem dela os ministérios da Saúde e da Ciência & Tecnologia assim o fizeram por traição ao padrinho, Eduardo Cunha. O próprio Cunha havia transmitido uma versão parecida quando ambos surgiram em lista de 7 nomes entregues pelos peemedebistas para as pastas que a petista reformaria. O problema é que a prometida derrota no TCU, próxima quarta, tem tudo para inverter mais uma vez esse jogo. E Cunha surgir como um possível anti-herói da pátria governada por uma presidente que cometeu crime de improbidade administrativa. Nesse contexto, o impeachment passar a ter peso de bala de prata. E é no birô do presidente da Câmara que se encontram todos os pedidos.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

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