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Após atentando em Orlando, a militância LGBT passou a se armar nos EUA

Se a esquerda se nega a ir à guerra por eles, eles estão dispostos a irem para a guerra do lado direito

Um dos maiores malefícios legados pela esquerda às minorias que jura defender é a anexação de causas a problema que já seriam suficientemente graves sozinhos. Por que, por exemplo, grupos que sofrem todo tipo de preconceito iriam preferir andar desarmados e se submeterem à violência daqueles que discordam até mesmo de suas existências?

Após o atentado de Orlando, a coisa começou a mudar nos Estados Unidos. O Pink Pistols é um – para usar o termo que a esquerda curte – coletivo voltado à defesa armada da causa LGBT. Desde aquele trágico 12 de junho, ou seja, em menos de um mês, a quantidade de membros da entidade cresceu 166%, saltando de 1.500 para 4 mil.

“É muito triste que algo deste tamanho tenha que ter acontecido para que eles percebessem essa necessidade para nossa comunidade”, disse Matt Schlentz, presidente da organização, ao Salt Lake Tribune. Mas a própria origem do Pink Pistols remete a uma série de atos violentos cometidos contra homossexuais, em especial, Matthew Shepard, morto no Wyoming.

Scott Mogilefsky, presidente do Stonewall Shooting Sports of Utah, tem uma opinião ainda mais forte:

“Os seguranças deveriam ser armados em todas as boates gays e todos os empregados deveriam fazer um curso defensivo de tiro uma vez por ano. Se você pensa em grupos supremacistas, um bar gay é um alvo fácil. E o atirador sabe disso. É muito fácil.”

Se a esquerda se nega a ir à guerra por eles, eles estão dispostos a irem para a guerra com a direita. E ninguém pode condená-los por isso.

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