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Autor da petição contra Renan quer entregar assinaturas a “presidenta”

Criador do abaixo-assinado propondo o impeachment de Renan Calheiros reconhece que iniciativa não resultará em afastamento

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Dilma entre os aliados Renanzinho e Renan Calheiros

Informação do jornal Folha de São Paulo:

Antes da eleição para a presidência do Senado, em 1º de fevereiro, uma ONG sediada no Rio de Janeiro conseguiu reunir mais de 400 mil assinaturas para tentar sensibilizar os congressistas a não escolher o favorito Renan Calheiros (PMDB-AL) para o cargo. Não deu certo.

(…)

Emiliano Magalhães Netto, 26, representante comercial do interior de São Paulo, havia assinado o documento pela manhã, via internet. À noite, ficou “indignado” com a notícia da eleição do senador: “Tínhamos acabado de ser chamados de palhaço”.

“Em menos de um minuto”, criou um novo abaixo-assinado, propondo o impeachment de Renan. O documento atingiu ontem a marca de 1,4 milhão de assinaturas.

A petição, no entanto, não tem poder para tirar Renan do cargo, como Netto reconhece -a legislação permite o início de um processo de cassação apenas com representação de um congressista ou de um partido político.

Seu objetivo, diz, é “afetar o mandato” do peemedebista. “Acho difícil ele renunciar. Um sujeito como ele não tem vergonha, não sente constrangimento”, afirma.

Surpreso com um sucesso “tão rápido”, ele agora quer levar as assinaturas “lá para Brasília”. “Queria entregar isso na mão da presidenta.”

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