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Caminhoneiros em greve exigem renúncia de Dilma e só negociam “com o próximo governante”

Foto: Webysther

Os líderes do movimento se recusam a dialogar “com este governo podre”.

Em outras décadas, greves de caminhoneiros pararam o Brasil graças à dependência nacional do transporte terrestre. Trata-se de um grande risco que o governo vem peitando a golpes de descaso: reclama que as motivações seriam políticas – qual greve não possui motivações políticas? – e que a paralisação em 11 estados teria sido “muito aquém” do prometido.

Do outro lado, Ivar Schmidt, líder do “Comando Nacional do Transporte”, garante que os caminhoneiros só irão negociar “com o próximo governante”. Fábio Luís Roque, outra liderança da greve, soou ainda mais duro: “A pauta dos caminhoneiros existe, mas não é negociada com este governo podre, que já sinalizou que não vai atender (aos pedidos da classe) e aumentou o óleo diesel duas vezes este ano”.

Foto: Webysther

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É difícil dizer se irão conseguir derrubar Dilma. Mas há chances de reaquecerem o clima político, que vinha esfriando com tantos “acordões” em Brasília.

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