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Cheiro de pizza? Relator dos crimes de Dilma diz que pedaladas não justificam impeachment

Foto: André Corrêa/Agência Senado

Ele foi nomeado por Renan Calheiros, aliado de Dilma também denunciado no Petrolão, mas curiosamente poupado pela imprensa.

Ele prometeu imparcialidade e até agilidade, indo de encontro à vontade do governo de catimbar ao máximo todo o processo. Mas defendeu que os documentos em suas mãos, ainda que confirmados em plenário, não justificariam o impeachment da presidente, mas apenas a tornaria inelegível. De onde ele tirou isso? A reportagem do Estadão não cita. Porque talvez não faça qualquer sentido mesmo.

Foto: André Corrêa/Agência Senado

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Acir Gurgacz pode estar apenas querendo livrar o dele da reta, uma vez que é réu em ação penal por crime de estelionato e contra o sistema financeiro. O caso está na mão de Teori Zavascki, o mesmo Teori Zavascki que vem garantindo dentro do STF seguidas vitórias a Dilma. Não será estranho se vier a sofrer pressão do governo para que alivie ou um dos “5 ministros do supremo” que a presidente alegaria ter podem complicar a vida dele. Mais ou menos o que já fazem com Eduardo Cunha na outra casa.

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