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A cobertura da votação do caso Donadon e algumas justificativas

Como algumas publicações entenderam os números da votação que manteve o mandato do deputado condenado e como alguns deputados justificaram a falta.

Quando, na madrugada de quarta para quinta, o Implicante publicou a lista dos deputados que não votaram a cassação do deputado Natan Donadon, houve o cuidado de excluir-se dela todos aqueles que já tinham apresentado alguma justificativa para a ausência. Era o caso, por exemplo, do deputado José Genoíno, do PT, e Romário, atualmente sem partido, ambos em licença médica. Todavia, esse não foi a padrão adotado pelas demais publicações, que misturam um pouco os números e inflaram o bolo dos faltosos – mesmo esclarecendo as ressalvas.

O Estadão, por exemplo, listou 104 deputados ausentes. Já Fernando Rodrigues, além dos mesmo 104 nomes, trouxe o email e telefone do gabiente de cada um deles. Reinaldo Azevedo fez uma leitura diferenciada e apresentou um cálculo proporcional comparando o número de cada partido com o tamanho das bancadas. Findou por provar o que já se desconfiava: que a base do governo foi quem mais agiu pela absolvição do deputado condenado.

Dois casos, contudo, findaram por sair também aqui no Implicante e merecem o justo esclarecimento. Trata-se dos nomes dos deputados Marcus Pestana, do PSDB mineiro, e Sérgio Guerra, do PSDB pernambucano. O primeiro faltou por infelizmente ter perdido um cunhado num acidente de trânsito e precisar se ausentar para comparecer ao funeral. Já o segundo estava em São Paulo para exames médicos de rotina uma vez que vem lutando contra um câncer.

Possivelmente há mais faltas justificáveis e este post será atualizado à medida em que as mesmas forem surgindo.

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