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Crise Dilma: desemprego chega ao setor de serviços e atinge justo os mais pobres

O setor de serviços vinha resistindo à onda de demissões. Já não resiste mais.

O trimestres que se encerrou em outubro de 2015 teve 429 mil desempregados a mais no setor de serviços em relação ao mesmo período de 2014. O segmento que inclui limpeza, vigilância, recepção, telemarketing, cobrança e auxílio administrativo, por exemplo, começou caindo 2,8% em julho do ano passado e chegou a novembro acentuando-se com uma perda de 6,4%. De acordo com o Estadão, estão caindo as pessoas menos qualificadas, ou justamente as mais pobres.

O desequilíbrio da economia vem atingindo os setores de baixo para cima, do primeiro para o terceiro, sempre com estragos maiores junto às camadas mais humildes. Na indústria, o segundo setor, há ainda alguns sindicatos fortes pressionando governo e patrões para evitar demissões. O mesmo não ocorre em igual intensidade no terceiro setor, onde as empresas são menores e os funcionários não conseguem agir coletivamente de maneira tão fácil.

Dilma Rousseff - Petrobras

Dilma, no entanto, segue com emprego.

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