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Defender Dilma cegamente não adiantou: o meio artístico terá grandes dificuldades em 2016

Foto: Divulgação

Fica a esperança de que, com a recessão, aprendam a viver menos dependentes da verba do contribuinte brasileiro.

É o que mostra matéria do Estadão. Com o dólar nas alturas, eventos com atrações internacionais serão raros, mas isso não implica em facilidade para artistas brasileiros: os mais badalados terão de reduzir os ganhos se quiserem sobreviver. Na crise, o primeiro corte é no supérfluo e, convenhamos, entretenimento não está no topo da lista de necessidades de qualquer sociedade. Há uma esperança de que vejam no investimento cultural uma forma de reverter o marketing negativo nesses anos difíceis, mas historicamente recessão é sempre cruel com a arte.

Segundo o Estadão, musicais terão que colocar os pés no chão, o cinema terá que se entregar de vez às comédias com artistas globais e editoras terão que encontrar uma forma de vender papel sem o aporte de editais. A esperança é de que o complicado 2016 sirva de lição para que não se mantenham tão reféns da teta pública. Alguns grupos já apostam em crowdfunding e negociam patrocínio direto com a iniciativa privada. Porque, com o perdão do trocadilho, mais do que financeiro, o meio artística colhe frutos de uma cultura estatal que precisa ser aposentada.

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