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Depois de Iasi, Iozzi: apresentadora da Globo pede metaforicamente oração por bala perdida em Cunha

Também a exemplo do candidato a presidente pelo PCB, a desculpa dada alegava uso de “figuras de linguagem”.

Primeiro foi Mauro Iasi, candidato a presidente pelo PCB, que pregou o fuzilamento do que entende ser a direita e os conservadores, para depois se defender dizendo ter feito uso de um poema metafórico. Na madrugada de segunda foi a vez de Moniza Iozzi. A ex-repórter do CQC, hoje na apresentação do Vídeo Show, da Globo, pediu no Twitter orações para que uma bala perdida encontrasse Eduardo Cunha.

Foto: screenshot do Twitter

Foto: screenshot do Twitter

Poucas horas depois, sem ter cumprido a promessa relativa ao sono, reapareceu celebrando o que chamou de “figuras de linguagem”.

Seguimos aconselhando a qualquer esquerdista com intenções de criticar os adversário que busquem melhores expressões. Porque eles não ficaram felizes quando Kim Kataguiri defendeu que metêssemos uma bala na cabeça do PT. Neste caso, realmente como uma figura de linguagem. Afinal, o Partido dos Trabalhadores não possui cabeça.

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