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Depois do STF, pode chegar a vez de o STJ enfraquecer a Lava Jato

O temor é o de que o apadrinhado de Renan Calheiros abra precedentes para, no futuro, condenados sejam beneficiados.

O temor parte dos próprios investigadores do Petrolão. Estão eles atentos à posse de Marcelo Navarro no próximo dia 30. O novo desembargador herdará o trabalho de Newton Trisotto, que vinha cuidado da Lava Jato até então. Os próprios advogados dos investigados acreditam que Navarro deva tratar com mais carinho os apelos da defesa. Mas o receio maior é de que, dentro de decisões menores, abra-se precedentes para, mais adiante, beneficiar réus maiores condenados por Sérgio Moro. Chamou atenção o fato de Dilma, indo de encontra ao hábito, optar pelo segundo nome da lista tríplice a ela entregue. O objetivo já aceito por toda a imprensa? Nomear um apadrinhado de Renan Calheiros – na semana em que, acreditava-se, havia um acordo entre os presidentes da República e do Senado para evitar que o impeachment da petista seguisse adiante.

Sérgio Moro

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