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Derrotada nas urnas, a esquerda pede voto facultativo no Brasil, e voto obrigatório nos EUA

A esquerda não só perdeu, como está perdida

O ano de 2016 foi marcado pelas derrotas políticas da esquerda. No Brasil, duas delas registradas nas urnas. A primeira, no primeiro turno, quando o PT foi reduzido a décimo partido nas prefeituras do país. A mais recente delas se deu no segundo turno, especificamente no Rio de Janeiro, quando o carioca decidiu que o psolista Marcelo Freixo não merecia gerir a cidade, e deixou tudo aos cuidados do outro Marcelo, o Crivella.

Antecipadamente o esquerdismo alegou identificar o problema: os evangélicos votaram. E isso não poderia se repetir. Era preciso discutir o voto facultativo para que a ausência nas urnas findasse fortalecendo a importância da elite intelectual esquerdista. Claro que não falaram com estes termos. Mas era nítido o sentimento de “muita gente votou” – o que obviamente é bem ridículo.

Mas as derrotas esquerdistas não se deram apenas no Brasil. Lá fora, chamou atenção o resultado do Brexit e, principalmente, a vitória de Donald Trump na corrida pela Casa Branca. Contudo, nos Estados Unidos, o voto é facultativo. E o que está pedindo a esquerda por lá? O voto compulsório, ou “obrigatório”, como é conhecido e praticado no Brasil.

O artigo publicado no NY Times alega que apenas um quarto dos americanos compareceram à eleição que entregou o comando do país – e do mundo – a Trump. E que o voto obrigatório forçaria um maior comparecimento dos esquerdistas, que aparentemente ficaram com preguiça de votar.

Em resumo: a esquerda não só perdeu, como está perdida.

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