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Dilma defendia que a terceirização incluísse até mesmo as empresas estatais

Porque sabia que a iniciativa deixaria as empresas privadas bem mais competitivas

A esquerda despertou para o debate sobre terceirização apenas após a votação passar no Congresso. Ou seja, tarde demais. Mas tudo bem. O Implicante faz questão de lembrar o que a própria esquerda defendia a respeito do tema – ou ao menos a esquerdista a ocupar o maior cargo do Brasil.

Era abril de 2015 quando Dilma Rousseff decidiu que mobilizaria os próprios aliados para que nem mesmo as estatais ficassem fora da nova proposta para terceirização. Motivo: sabia que faria um bem enorme à entidades privadas e não queria ver as empresas públicas ficando para trás.

Leiam o que publicou o Valor Econômico:

“Com medo de que as empresas públicas e sociedades de economia mista percam competitividade frente às companhias privadas com a regulamentação da contratação de serviços terceirizados, a presidente Dilma Rousseff deve mobilizar sua base aliada no Senado Federal para reincluir as estatais, retiradas do projeto por destaque do PSDB.”

Para a sorte da esquerda, Dilma caiu, mas não o projeto.

Agora é aguardar a sanção de Michel Temer.

Fonte: Valor Econômico

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