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Dilma ignora a recessão na qual meteu o Brasil e só fala em barrar o impeachment

Foto: Agência Brasília

Quando é justo na capacidade para reverter a crise econômica que a presidente poderia ganhar apoio para evitar a queda.

Josias de Souza trouxe detalhes da primeira reunião ministerial no Planalto após a reforma que comprou o baixo clero da Câmara para salvar o mandato de Dilma. Ao questionar um dos 31 ministros convocados sobre a estratégia para salvar o ajuste fiscal, ouviu como resposta:

“Para minha surpresa, esse matéria perdeu espaço para o impeachment e para o esforço que o governo fará com o propósito de reverter no Congresso a decisão do TCU de rejeitar as contas de 2014.”

Ao entrar no assunto, Dilma chamou o impeachment em discussão de “um golpe democrático à paraguaia“. O Antagonista lembrou que a deposição legal de Fernando Lugo, até então um aliado bolivariano do PT, rendeu ao Paraguai, no ano seguinte, um crescimento de 14,1% no PIB. Para 2015, com o Partido dos Trabalhadores na presidência, mais de uma entidade já prevê o Produto Interno Bruto brasileiro caindo 3%. E pode piorar.

Foto: Agência Brasília

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