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Dois ministros de Temer defendem a legalização dos “jogos de azar”

Atualmente, apenas o próprio governo pode explorar esse tipo de atividade.

Jogos de Azar - Legalização

De todos os monopólios estatais, seguramente um dos mais inusitados é o da jogatina. Apenas o governo – e mais ninguém – pode explorar os chamados “jogos de azar”. Destes, o mais famoso é a Mega Sena, que destina ao pagamento dos apostadores um percentual que faria os cassinos de Las Vegas terem até vergonha do tanto que são ingênuos. Um “negocião”; para a banca, claro.

Agora, pelo menos dois dos principais ministros de Michel Temer, Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Henrique Eduardo Alvez (Turismo), defendem abertamente a legalização dos jogos.

Seria uma forma de agregar, ainda segundo os ministros, cerca de R$ 20 bilhões aos cofres públicos. O equivalente ao que se arrecadaria com a CPMF.

Há quem prefira manter com o governo o monopólio de exploração dos jogos, mas talvez seja hora de o Brasil deixar de lado sua legislação referente ao tema para abrir tal possibilidade.

Uma solução, por exemplo, seria autorizar a jogatina em regiões ainda pouco exploradas pelo turismo, para que recebam os pesados investimentos hoteleiros e toda a economia dele resultante. Como Las Vegas, que era um “nada” no meio do deserto e hoje é um pólo turístico mundial – por N outras opções além dos hotéis-cassino.

Claro que SEMPRE há riscos, como ocorre em qualquer área da atuação humana, e aí cabe a feroz fiscalização, bem como os cuidados devidos para aprovar tal liberação.

Aguardemos, portanto.

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