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Em duro voto, Gilmar Mendes acusa Barroso, PT e OAB de conspirarem em prol do partido

Após mais de um com o pedido de vista no colo, o ministro voltou não só para dizer não ao financiamento público de campanha, mas também para desmascarar seus arquitetos.

Depois de segurar o pedido de vista por mais de ano, o ministro do STF soltou o voto sobre a proibição de financiamento de campanha por empresas privadas. Os argumentos dele espelham o dos críticos da iniciativa: na prática, servirá para perpetuar o PT no poder, já que hoje se sabe dos valores desviados e escondidos em outras nações, enquanto os adversários do partido não possuirão o mesmo caixa. Em uma dura argumentação, Gilmar Mendes acusou a OAB de ter conspirado não só com o petismo, mas também com Barroso, hoje companheiro de tribunal, mas com parcerias junto à entidade no passado. O placar da votação está 6×2 contra Mendes. Há ainda três votos, mas é permitido a quem já votou, caso se sintam convencidos, a mudar de opinião.

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Para mais informações:
Gilmar Mendes vota contra proibir empresa de doar para campanha

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