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Ex-diretor do Banco do Brasil durante governo Lula é condenado a mais de 12 anos de prisão

Militante do Partido dos Trabalhadores (PT) há mais de 20 anos, Henrique Pizzolato foi um dos responsáveis por administrar os recursos da campanha de Lula, em 2002, juntamente com o ex-tesoureiro Delúbio Soares. Após as eleições, Pizzolato ocupou o cargo de diretor de marketing do Banco do Brasil. Em 2005, antecipou sua aposentadoria após denúncias de envolvimento no caso do mensalão, em que autorizou a transferência de R$ 73 milhões do Fundo Visanet (administrado pelo Banco do Brasil) para as agências de Marcos Valério.

Na tarde de ontem (21), Henrique Pizzolato foi condenado pelo STF a 12 anos e sete meses por corrupção ativa e peculato. Abaixo a reportagem de O Globo sobre a condenação do petista:

RIO e BRASÍLIA – Com o ministro Joaquim Barbosa ocupando interinamente a presidência da Corte, o Supremo Tribunal Federal (STF) retomou o cálculo das penas de réus condenados no processo do mensalão. Nesta quarta-feira, o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão, cálculo que, se não mudar, indica regime fechado. Pizzolato desviou dinheiro público para o esquema do mensalão.

Por corrupção ativa, Pizzolato foi condenado a três anos e nove meses de reclusão. Já pelo crime de peculato, ele foi condenado a cinco anos e dez meses de reclusão. E, por fim, pela prática de lavagem de dinheiro, a três anos de prisão.

– A culpabilidade do réu se encontra bastante elevada uma vez que Pizzolato manteve contatos diretos com Valério, em troca da prática de atos de ofício de caráter criminoso.

Leia a íntegra aqui.

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