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Executivo que pagava propina ao PT solicitou por email e conseguiu que Lula alterasse lei

Antes, o pedido passaria por Erenice Guerra, Giles Azevedo e Dilma Rousseff.

Erenice Guerra, Giles Azevedo, Dilma Rousseff e Lula: os personagens dessa história são corriqueiros no noticiário político-policial. Mas ela começa com Augusto Mendonça, ex-executivo da Toyo Setal, e um mero e-mail enviado a Maurício Carvalho, um servidor da Casa Civil.

A mensagem recebida foi encaminhada a Erenice Guerra, então executiva da pasta. Foi ela quem repassou o pedido a Giles Azevedo, chefe de gabinete de Dilma Rousseff, a então ministra da Casa Civil de Lula.

O que Augusto Mendonça queria naquele 2008? Incluir uma emenda que tratava de um fundo de garantia para o setor da construção civil. Em 2009, Lula atenderia o pedido ao editar a medida que alterava a lei aprovada.

O problema é que Augusto Mendonça já confessou à Lava Jato que pagava propina ao PT em troca de contratos na Petrobras.

Que, com Dilma afastada, os investigados se sintam cada vez mais confortáveis para contar o que o PT aprontada na Presidência da República.

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