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Gilmar Mendes defende dinheiro público e “lista fechada” nas eleições do ano que vem

Brasília, 18.11.2009 - O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, durante sessão que retoma o julgamento do pedido de extradição do escritor italiano e ex-ativista político Cesare Battisti Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Um dia após a decisão polêmica sobre José Dirceu.

Uma coisa é fato: o ministro Gilmar Mendes, do STF, não tem medo de polêmicas. E ultimamente, também é fato, suas posições não andam ao lado da opinião pública mais visível.

Ontem, desempatou a votação na 2ª Turma do STF, votando pela soltura de José Dirceu, em habeas corpus questionando sua prisão preventiva. Hoje, discorreu sobre o pleito eleitoral de 2018 e disse o seguinte:

“Não há como voltar. A partir daí, o que podemos fazer? Modelo de pessoas físicas de doação, que deve ser aumentada, e certamente fundos públicos. Mas como fazer fundos públicos para distribuição a candidatos? Tivemos 460 mil candidatos a vereadores, como distribuir dinheiro para essa gente toda? Por isso que a discussão de lista tem a ver com isso. Não podemos desconectar essas duas discussões” (grifamos)

Segundo o magistrado, isso evitaria o Caixa 2.

O Implicante segue discordando da “lista fechada” e mais ainda do financiamento público de campanhas políticas. Fora que isso não impedirá ninguém de fazer Caixa 2.

Fonte: Estadao

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