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Greve Geral: com vandalismo e destruição, sindicatos colocam trabalhadores contra a “causa”

O óbvio do óbvio.

Rodovia Pres. Dutra, SP - Foto: Nacho Doce / Reuters

Antes de tudo, é preciso dar nome à coisa: vandalismo não é “manifestação”. Ao menos, não no sentido constitucional da coisa. Vandalismo é vandalismo, é destruição, é baderna inaceitável. Quando há ameaça e supressão de direitos, aí já se transforma em terrorismo.

Isso é o básico. Mas sigamos.

Há um “dogma” esquerdista, entre tantos outros, pregando a ideia de que os protestos precisam ter violência, confronto, destruição etc. Porque assim, vejam vocês, eles “chamam atenção” de todos para a “causa”. Por mais que fatos e argumentos provem o contrário, eles insistem.

E aí fazem esse tipo de coisa: pneu incendiado, vias interditadas, bens públicos vandalizados, entre outras peripécias. Tudo isso atrapalhando a vida do trabalhador, que sente na pele os transtornos causados pelo grupo que jura de pés juntos lutar…. PELOS TRABALHADORES.

Resultado prático: o povo fica contra os baderneiros. Porque, sim, o povo não gosta de baderna. Nem de pneu queimado. Nem de via interditada. Nem de transtorno para chegar ao trabalho.

Com toda essa violência, os sindicatos prestaram um favor imenso justamente ao fim do imposto sindical.

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