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Haddad condenado por propaganda enganosa: pôs “ecofrota” em ônibus de diesel normal

O destino às vezes soa irônico, mas na verdade é apenas justo.

Fernando Haddad - Propaganda Enganosa - CONAR

O petista Fernando Haddad, antes e acima de tudo, é um retrato do partido. Lula bancou sua candidatura dizendo que seria um “novo homem” para um “novo tempo”. Marketing pesado, promessas mirabolantes… Pois é, o Brasil inteiro já viu isso na campanha de Dilma Rousseff. O prefeito de São Paulo seria uma espécie de “Dilmo”.

Daí, claro, todo mundo ficou furioso com a propaganda eleitoral totalmente enganosa. Soma-se a isso o descalabro em que se encontra a cidade, bem como as medidas estapafúrdias (tirar cobertas de moradores de rua no auge do frio, remover guardas de escolas para que aplicassem multas de trânsito etc.).

Por essas e outras, sua rejeição chega às alturas. Até mesmo Lula, pelo visto, já teria jogado a toalha.

Mas aí, vejam só, o destino aparece. O Conar (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária) condenou a gestão petista em São Paulo. Motivo: propaganda enganosa. Mas qual propaganda? Pois é…

O bonitão colocava adesivo “ECOFROTA” nos ônibus, mas os veículos usavam diesel normal. Não tinha nada de “eco” coisa nenhuma! Era lorota.

Mas essa, ao menos, foi punida. De todo modo, ainda é pouco. Bem pouco.

E não se trata de mero acaso, não é mesmo?

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