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Inchaço estatal = má administração

Do Estadão, reportagem de Leandro Colon e Tania Monteiro:

Inchaço cria ‘Esplanada oculta’ e gasto de R$ 100 milhões por ano para União – Para acomodar estruturas administrativas de novos ministérios e um volume crescente de servidores, governo federal paga aluguéis exorbitantes – Em meio às dificuldades do governo da presidente Dilma Rousseff em passar a faca nas despesas de custeio, Brasília é hoje vitrine de um fenômeno de gastança descontrolada: as dezenas de imóveis alugados fora da Esplanada dos Ministérios para acomodar o inchaço da máquina administrativa. Levantamento do Estado mostra que prédios e salas, só do primeiro escalão do Poder Executivo, pagam pelo menos R$ 9 milhões mensais de aluguel. A chamada “Esplanada oculta” custa, no mínimo, R$ 100 milhões por ano, dinheiro suficiente para construir cerca de 2.700 casas do programa Minha Casa, Minha Vida…” (grifos nossos)

Comentário
Nem cabe discutir “estado mínimo” ou algo assim; o debate passa ao largo. Isso é INCHAÇO, aumento desenfreado tanto estrutural quanto no número de funcionários. Em primeiro lugar: há repercussão positiva? Isso é revertido para a população? Não, nada disso acontece. E por que cargas d’água esse gasto acontece? Na melhor das hipóteses, é falta de capacidade administrativa. Poderíamos dizer que isso tudo é para acomodar gente deste ou daquele (mas mais deste) partido. Fiquemos com a opção não-acusatória: gestão burra e irresponsável.

Esse dinhero desperdiçado equivale, a cada ano, a 2.700 casas do “Minha Casa, Minha Vida”.

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