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João Santana destruiu provas antes de ser preso, segundo a PF

Marqueteiro petista excluiu a conta no Dropbox no dia em que Operação Acarajé foi deflagrada

Além de ter deixado os computadores e celulares em El Salvador, João Santana também apagou a própria conta no Dropbox, serviço popular de armazenamento de arquivos na internet, no mesmo dia em que foi deflagrada a Operação Acarajé.Segundo a PF, esté é um indício claro de que Santana pretendia excluir “eventuais elementos probatórios relevantes que ali pudessem ser encontrados”.

Mesmo assim, seu advogado argumentou à Justiça que o marqueteiro petista poderia “colaborar muito mais para as investigações” caso fosse solto.
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