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Lava Jato: em delação, marqueteira disse que Dilma Rousseff era “um poste pra eleger”

Mesmo assim, conseguiram.

Sempre que uma delação premiada deixa de ser sigilosa, os vídeos vêm à tona e passamos a conhecer vários detalhes até então obscuros. Isso vale para as coisas sérias, mas também para aquelas meramente folclóricas. Este é um dos momentos pertencentes ao segundo caso.

Aí vai o trecho:

“Numa campanha, por exemplo, como a da Dilma, de 2010, dificílima, todo mundo apostava que ia perder. Era impossÍvel, era um poste pra eleger. O João nãoo aceitava que, por exemplo, ficassem 10, 12 pessoas do PT dando opinião no programa [eleitoral]. A nossa parte era o marketing. TV, rádio, música, jingle. O João não permitia, colocava no início, como cláusula: ‘eu não aceito que fique aqui um conglomerado de gente do PT, todo mundo dando opinião”

De fato, Dilma era mesmo uma quase desconhecida, sem simpatia alguma e zero experiência em eleições. Ainda assim, Lula gozava de popularidade recorde, a política econômica ainda não tinha cobrado sua conta e, claro, não era exatamente uma campanha sem recursos.

Apesar de tudo isso, certamente foi importante que ninguém tenha dado pitaco. João Santana sabe o que faz.

Fonte: G1

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