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“Linha auxiliar do PT”, o PSOL já quer lançar candidato para a vaga de Eduardo Cunha

Foto: Antonio Cruz/Abr

O pior é que ao menos com o apoio da imprensa ele pode contar.

O PSOL possui uma bancada nanica (5 deputados) que muito pouco pode fazer além de reverberar os interesses do PT em dissimulada oposição (que ganhou o apelido de “linha auxiliar do PT” em resposta de Aécio Neves na campanhas de 2014). Não à toa, vem cabendo ao partido as principais ações contra Cunha. Agora a sigla já pensa em lançar Chico Alencar para a presidência da Câmara no lugar que o peemedebista deixaria vago se assim render-se aos anseios da imprensa e seus opositores.

Daria em nada não fosse pelo contexto. Porque, em crises anteriores, nem sempre a casa abriu espaço para o mais poderoso dos candidatos, mas àquele que atrairia menos manchetes negativas para a Câmara. Como, recentemente, a própria imprensa elegeu Alencar o melhor deputado federal no prêmio Congresso em Foco, ao menos com o apoio dela o candidato contaria.

Parte da oposição defende que o impeachment vingaria mesmo sem a pessoa de Eduardo Cunha na presidência da Câmara. Mas o mais comum é a oposição perder espaço para o petismo mesmo. Ou, até mesmo, sua linha auxiliar.

Foto: Antonio Cruz/Abr

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