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Lula recebeu da Odebrecht R$ 4 milhões como “palestrante” (assim, entre aspas)

Foto: Ricardo Stuckert/PR

No geral, as viagens findavam precedendo empréstimos dos BNDES para obras nas nações visitadas.

Lula jura que não fez lobby, mas palestras para a Odebrecht no exterior. Época conta que, das 47 apresentações que protagonizou lá fora, ao menos 10 foram para a empreiteira, e a um custo de R$ 4 milhões.

Internamente, a empresa se referia ao ex-presidente como “Palestrante” Lula, assim, com aspas no primeiro termo. Cruzando dados do próprio Instituto Lula com o Itamaraty, a revista conseguiu demonstrar que tais excursões serviam, na verdade, para o ex-presidente interceder junto a governos estrangeiros em favor dos negócios que o bancavam. Em alguns casos, cada pouso em terra estrangeira era sucedido por empréstimos do BNDES para obras na nação visitada.

Um coisa que chama atenção é a variação de preços de cada “palestra”. Elas iam de R$ 158 mil a R$ 900 mil, a depender do destino. Época ainda destaca que um de seus companheiros de viagem mais rotineiros era Alexandrino de Alencar, recentemente livre da Lava Jato por Teori Zavascki.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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