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Marido da senadora Gleisi, do PT, foi preso por esquema que chega aos R$ 100 milhões

Paulo Bernardo foi ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff

Paulo Bernardo teve foro privilegiado entre fevereiro de 1991 e janeiro de 2015, quando deixou de ser o ministro das comunicações de Dilma Rousseff. Sem todas as facilidades que a Justiça de Brasília proporciona, ficou livre para ser preso pela Operação Custo Brasil, uma, digamos, “prima” da operação Lava Jato. No momento da prisão, o investigado estava no apartamento de Glesi Hoffmann, senadora pelo PT, sua esposa.

A operação, no entanto, mira os crimes que teriam sido cometidos por Bernardo quando Ministro do Planejamento do governo Lula, ainda que as fraudes tenham rendido subornos de aproximadamente R$ 100 milhões entre 2010 e 2015.

O esquema envolvia uma empresa de tecnologia de São Paulo que repassava propina na casa dos 70% do que recebia, certamente um recorde – até o momento.

Ao todo, a PF cumpriu 11 mandados de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão, e 14 de condução coercitiva em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal.

A Custo Brasil passa um sinal muito positivo para o Brasil, pois trata-se de um caso que, por pressão política, foi tirado de Sérgio Moro. Mas de nada adiantou. Os envolvidos foram presos de toda forma.

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