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Mesmo em crise, brasileiro paga mais impostos e o total deve bater R$ 2 TRILHÕES em 2015

Real | Foto: Adriano Gadini

Entendimento da ACSP vai de encontro ao trabalhado pelo governo junto à imprensa.

Quem garante isso é a Associação Comercial de São Paulo, mesmo indo de encontro a notícias já trabalhadas pelo governo junto à imprensa. Na versão de interesse do Planalto, a carga tributária estranhamente caiu por volta de 2%. Na versão mais próxima da realidade, a nova metodologia aplicada pelo IBGE tornou a arrecadação proporcionalmente menor, mas nada disso impedirá o brasileiro de bancar a corrupção estatal em mais R$ 200 bilhões, chegando pela primeira vez ao segundo trilhão de reais em 2015.

Foto: Adriano Gadini

Real | Foto: Adriano Gadini

Para o governo, essa diferença terá pouco importância por causa da inflação de dois dígitos que aos poucos se confirma. Ou seja: o ganho a mais serviria apenas para a reposição das perdas inflacionárias, o que segue mantendo imprescindível a aprovação do ajuste fiscal e o corte de gastos.

Para o contribuinte, resta o desgosto de alimentar uma máquina pública que trabalha basicamente para se manter.

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