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Ministério da Cultura gastou R$ 1,1 milhão em evento contrário ao impeachment de Dilma

Foto: Roberto Stuckert Filho

A homenagem a Augusto de campos contou com show de Caetano Veloso.

Um dia após surgir da Folha prometendo nunca mais voltar a Israel, Caetano Veloso se apresentou em Brasília em evento do Ministério da Cultura que se converteu em ato contrário ao impeachment de Dilma. Marcelo Yuka, autor do verso “a paz que não quero”, utilizado como mote pelo baiano no artigo de domingo, também se fez presente.

Ao custo de R$ 1,1 milhão, cada um dos 400 convidados custou R$ 2.750,00 aos cofres públicos. O grande homenageado da noite era o poeta Augusto de Campos, que não se furtou ao papel de bobo da corte dentro do Palácio do Planalto:

“Neste momento, a vejo resistir com a mesma firmeza e coragem àqueles que tensionam ingloriamente malferir a integridade das nossas instituições democráticas.”

Talvez tenha faltado a Campos ler o artigo que dividia página com o de Caetano, assinado por José Padilha. Nele, o diretor dos filmes Tropa de Elite conclui:

“Defender políticos sabidamente corruptos por questões ideológicas, –ou para não dar o braço a torcer– é trabalhar contra a democracia. Aqueles que não têm a grandeza de espírito para colocar a lisura do jogo democrático à frente das preferências ideológicas lutam pela escravidão pensando estar lutando pela liberdade.”

Caetano Veloso, Marcelo Yuka e Augusto de Campos pensam lutar pela liberdade, mas lutam apenas pela escravidão.

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