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Na Rio 2016, Brasil foi o país que mais ficou em último lugar, mas há uma boa explicação

E um sinal de esperança para 2020

O Wall Street Journal inverteu a lógica e criou um ranking que premia os últimos, penúltimos e antepenúltimos colocados respectivamente com medalhas de chumbo, lata e zinco. Cálculos feitos, o Brasil ficou na liderança isolada, com 45 pódios, sendo 21 deles no posto mais alto – ou seria “mais baixo”?

Na segunda colocação, a Australia, que foi sede olímpica em 2000 e conquistou na Rio 2016 dez medalhas a mais do que o país no quadro oficial.

Claro, tudo é uma enorme brincadeira. E que tende a punir anfitriões, afinal, mesmo não atingindo índices para competir em certas modalidades, são convidados a levar representantes sem qualquer tradição. Resultado? É extremamente comum que liderem o ranking de últimos colocados. Tanto que a Grã-Bretanha foi recordista em Londres, há 4 anos, e agora conseguiu superar a China, ficando atrás apenas dos Estados Unidos no quadro oficial, consolidando-se como potência olímpica.

Se o Brasil conseguir desempenho semelhante em 2020, cada chumbo desse terá valido muito a pena.

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