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No RJ, mais de 900 presos estão nas ruas por falta de grana para tornozeleira eletrônica

Resultado de uma dívida de R$ 2,8 milhões

Mais exatamente, 902 pessoas desde dezembro de 2015, quando as contas públicas do estado entraram em colapso. Todo este grupo de criminosos deveria estar sendo monitorado pelas forças policiais, mas a ausência de pagamento à empresa que fornece as tornozeleiras eletrônicas obrigou a Justiça a liberá-los para a prisão domiciliar. E a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária nem se preocupou em informar a O Globo se algum já conseguiu fugir – alguém duvida?

O governo estadual já deve R$ 2,8 milhões à Spacecom, empresa paranaense que fornece o dispositivo. Contudo, ainda há outros 1.700 presos sendo monitorados pelo sistema, uma vez que o contrato está em vigor desde 2014 e “apenas” os novos casos ficaram sem o monitoramento.

É na capital deste estado que ocorrerão os Jogos Olímpicos.

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