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Nova classe média já paga o preço da crise

Inflação e desemprego afetam primeiro os mais pobres, que correm o risco de perder tudo o que a estabilidade econômica lhes proporcionou

Reportagem de Alexa Salomão no Estadão mostra como a tão celebrada “nova classe média” sente os efeitos da crise provocada pelo governo petista. Vejam os trechos:

Dois indicadores divulgados na semana passada sinalizaram uma tendência nefasta para essa parcela. De um lado, o IPCA, que mede a inflação oficial do País, passou de 8% no acumulado em 12 meses. A taxa de desemprego da Pnad Contínua, que detalha o mercado de trabalho em 3,5 mil municípios, subiu para 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro. Há um milhão a mais de desempregados. Ou seja, os números atestam a deterioração simultânea do emprego formal e do poder de compra.

O cenário, porém, é “preocupante”, na avaliação de Luciana Aguiar, diretora da Plano CDE, empresa especializada em baixa renda. “As despesas da casa, com aluguel e supermercado, consomem quase 40% da renda, sem incluir luz e água, que também aumentaram. O poder de compra caiu e, se perder o emprego formal, essa parte da população fica refém do curto prazo: volta a administrar a sobrevivência no dia a dia e esquece o futuro.”

Não por acaso, o prestígio do PT tem derretido nesse segmento da população, como mostramos no post “A morte do lulismo“. A corrupção desenfreada e a irresponsabilidade com o dinheiro público estão desfazendo todas as conquistas econômicas ocorridas desde a chegada do Plano Real. trabalhadores-industria

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