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O estudo sobre os 8 bilionários e a metade mais pobre da população mundial não é confiável

Não passa de uma propaganda esquerdista disseminada por toda a imprensa

Carlos Góes é presidente do Conselho Executivo do Instituto Mercado Popular, um laboratório de políticas públicas que oferece uma visão libertária da realidade. Assim como o Implicante, ele olhou com estranheza a notícia de que 8 bilionários somariam sozinhos mais grana do que metade da população mundial.

Isso tinha um cheiro forte de pauta plantada por uma organização esquerdista para vender a ideia de que o capitalismo deixa o mundo mais desigual. Em texto publicado no perfil pessoal dele no Facebook, a farsa foi desmontada.

A principal malandragem da Oxfam estava na definição da massa mais pobre do planeta. Para tanto, subtraía do patrimônio dos cidadãos as dívidas que contraíam. Desta forma, como explica Góes, um estudante americano que conclui os estudos nas mais caras escolas dos Estados Unidos, por ainda não ter patrimônio, mas uma dívida enorme por quitar, entra na estatística como pobre. Assim como qualquer cidadão que possui dívidas maiores que o próprio patrimônio.

O próprio entendimento sobre dívidas é equivocado. Pois ele tem dois significados bem opostos. Podem tanto representar um péssimo pagador, que vai acumulando débitos, como um ótimo pagador, que, de tão confiável, consegue até mesmo dever muito mais do que ganha ou possui.

Ao final, sempre com links para as fontes citadas, o autor conclui: “o mundo está se tornando mais rico, mais justo e mais igual“. Contudo, o texto de Góes merece ser lido por completo. E o Implicante toma a liberdade de publicá-lo mais abaixo:

Eu não sou daqueles que dizem que desigualdade de renda não importa – até por isso parte dos meus escritos acadêmicos se…

Publicado por Carlos Góes em Segunda, 16 de janeiro de 2017

E pensar que a imprensa de todo o mundo reverberou isso bovinamente.

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