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Odebrecht é expulsa do Equador sob acusação de superfaturamento

Acréscimos chegaram a 48% e o “TCU” equatoriano cancelou os contratos.

Odebrecht - Rodrigo Paiva - Reuters

A seguir, trecho de reportagem da Veja.com:

O superfaturamento de obras em até 48% e a adoção de aditivos em contratos levaram o governo do Equador a expulsar a construtora Odebrecht do país em 2009. As suspeitas de irregularidades foram levantadas por uma comissão do governo e pela Controladoria-Geral do Estado – que tem posição similar ao do Tribunal de Contas da União (TCU) no Brasil – e levaram ao cancelamento dos contratos. Uma série de telegramas do então embaixador do Brasil em Quito, Antonino Marques Porto, mostra que o governo acompanhava com atenção os problemas da empresa brasileira no Equador, mas ainda sem interferir. Em um deles, Porto revela que uma comissão de investigação liderada pelo então ministro do Litoral, hoje chanceler, Ricardo Patiño concluiu que a segunda fase do projeto de irrigação Carrizal-Chone, no distrito de Manabí, teria sido superfaturada em 48% nas obras civis e em 38% nas tubulações de PVC, e poderia custar 80 milhões de dólares, 22 milhões de dólares a menos do que o custo apresentado pela Odebrecht em licitação.” (grifos nossos)

Ao que parece, o Equador é mais eficiente que o Brasil quanto a isso.

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