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Os 5 momentos mais ridículos do fim-de-feira do governo Dilma

Sim, foi difícil escolher.

Não são três, são cinco (é que esta foto estava ótima, resolvemos usá-la mesmo assim).

Não são três, são cinco (é que esta foto estava ótima e resolvemos usá-la mesmo assim).

Todos sabemos que o governo de Dilma Rousseff passará para a história como um dos piores de todos os tempos. Uma façanha, considerando que já tivemos craques como Sarney e Collor na presidência. E mesmo Lula, que afinal de contas “abriu as portas” para o descalabro econômico e também cuja gestão deu origem aos escândalos que agora pululam.

Desse modo, não seria possível enumerar todos os momentos ridículos; seria preciso fazer uma seleção. E ainda assim selecionar num curto espaço de tempo, para que o post não tivesse duzentas páginas.

Assim, fiquem com os cinco episódios mais patéticos deste finalzinho de governo Dilma:

Nomeação do Lula

É uma espécie de “marco zero” do encerramento. O “começo do fim”, por assim dizer. Tudo já estava descendo a ladeira, mas tal nomeação fez com que engatassem uma quinta e pisassem no acelerador pirambeira a baixo. Houve uma tentativa de “mobilização popular”, que rapidamente fez água e mostrou a total falta de apoio ao governo pelas ruas. Mas o essencial é que tal nomeação foi um erro tão primário, mas tão primário, que adiantou em muito o processo de impeachment.

Imprensa Internacional

Com a quase nula adesão das ruas – e do povo – às teses do governo de que seria um “golpe”, o jeito foi recorrer à mídia internacional. Poderiam passar uma conversa-mole e tudo daria certo. Mas não deu. Apesar de um ou outro colunista de esquerda, que já defenderia o PT de qualquer jeito, o resto da mídia internacional simplesmente desconsiderou a tese de golpe. Um vexame global. Ainda tentou-se fingir que a mídia estrangeira pensava de uma forma, mas a verdade superou a lorota.

Surras Judiciais

O passo seguinte foi a sucessão de ações judiciais, por sua vez seguida de uma sucessão de derrotas. Verdade seja dita, a primeira corrida ao STF deu certo: estabeleceram um rito totalmente benéfico ao governo. Como passaram a perder no Congresso mesmo com tal rito, foram para cima do Supremo, mas aí tomaram uma atrás da outra. A última, de hoje, foi de Zavascki não dando seguimento a um Mandado de Segurança do AGU.

Manobra Waldir Maranhão

Agora, já entramos no campo da tragicomédia pura e simples. Seria cômico, se não fosse trágico – e se não fôssemos nós as maiores vítimas dessa tragédia. Mas enfim: o quarto momento mais patético foi a escalafobética operação envolvendo o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão. Num só dia, anulou e desanulou a sessão que votou o relatório do impeachment. Piada de mau gosto. Ainda assim, a CCJ da Câmara dos Deputados preferiu anular (agora de vez) o ato de Maranhão.

Videozinho-Jogral dos Parlamentares

O desfecho ridículo de um governo deplorável. Ainda sob o efeito da “Manobra Waldir Maranhão”, parlamentares petistas fizeram um misto de vídeo publicitário e jogral de terceira série, no que seria uma caminhada de encontro a Dilma, para comemorar a “suspensão do golpe”. Se por algum motivo você ainda não viu essa verdadeira obra de arte, por favor, veja. Mas não o faça bebendo água, pois poderá molhar a tela.

Enfim, esses POR ENQUANTO são os cinco momentos mais ridículos só do finalzinho do governo. Mas pode ter coisa pior, provavelmente terá. Este governo nunca decepciona quando se trata de decepcionar.

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