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PF encontra uma venda de portaria no governo Dilma em ministério comandado por Pimentel

Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr

Na nota fiscal que mascara o serviço, uma busca na internet custou mais de R$ 2 milhões à parte compradora.

O atual governador de Minas Gerais era ainda ministro do Desenvolvimento no primeiro mandato de Dilma quando ocorrem os fatos relatados pelo furo da revista Época. De acordo com a reportagem, um lobista ligado a Fernando Damata Pimentel recebeu propinas da Caoa para habilitá-la em programa do ministério e assim receber benefícios fiscais.

Cruzando informações de trocas de mensagens, telefonemas, redes de wifi e extratos, a Polícia Federal encontrou mais de R$ 2 milhões em depósitos da montadora na conta das empresas de Benedito Rodrigues de Oliveira. Bené, como é chamado por FDP, é acusado de intermediar toda a negociação entre a empresa e Mauro Borges, substituto do petista na pasta a partir de fevereiro de 2014.

Nas notas fiscais dos pagamentos, destaca a Época, descreve-se o serviço prestado por Bené como “estudo de processo produtivo usando como meio de pesquisa a internet”. A revista entendeu isso uma busca no Google que custou à Caoa a quantia de R$ 2,21 milhões.

Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr

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