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PIG: Cynara Menezes em tempos de VEJA

Dei a dica no tuíter do conteúdo deste texto. Uma miríade de petistas veio me xingar, tal e coisa, acusando-me de ser pró-isso ou contra-aquilo. Entendo, é do jogo. Mas, caso não queiram ler o texto todo, peço APENAS que leiam aqueles escritos pela jornalista citada no título. Os textos eram “modificados”? Poxa, TODOS ELES? Até os temas? Apenas leiam.

Que coisa…

Hoje na revista Carta Capital, Cynara é voraz contra a revista Veja e a oposição ao governo. Mas em passado muito recente ela própria esteve na revista da Abril. A seguir, uma coletânea de seus bons textos e a pergunta: o que mudou?

É humanamente impossível trazer TODO o material, de modo que selecionamos apenas o suprassumo da jornalista. Os petistas que agora a aplaudem talvez não concordem com TUDO-TUDO-TUDO, mas enfim… Vejam que graça:

Marta FALIU SÃO PAULO

São palavras da reportagem de Cynara Menezes sobre o legado de Marta Suplicy ao deixar a prefeitura. Será que, hoje, ela pediria voto em Haddad? Será?

Ópera em Milão, buracos em São Paulo – Marta Suplicy faz farra na Europa antes de entregar a José Serra uma prefeitura falida – Um jornalista italiano presente à festa de reabertura do Teatro Alla Scala de Milão, o templo da ópera mundial, registrou: “Sembra la matrigna di Cenerentola” (“Parece a madrasta de Cinderela”). O alvo do comentário foi a prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, que compareceu à cerimônia vergada sob uma impressionante quantidade de jóias, como em geral fazem as damas do Terceiro Mundo quando convidadas a espetáculos de gala no Primeiro. O jornalista italiano excedeu-se na crueldade da observação, mas é fato que existe uma Gata Borralheira na vida de Marta – a cidade de São Paulo, com a qual ela parece estar de mal desde que perdeu a eleição. Eleita para acabar com os desmandos e tapar os buracos da administração Celso Pitta, a petista deve deixar a prefeitura da capital paulista com rombos idênticos ou ainda maiores. Nas ruas e nos cofres. Calcula-se que, em 31 de dezembro, quando Marta deixar o governo, as contas da prefeitura deverão exibir um saldo negativo superior a 1 bilhão de reais, resultado sobretudo da farra das obras pré-eleitorais (…) O gabinete de Marta vem sonegando informações mínimas ao prefeito eleito e sua equipe de transição. Serra só saberá do tamanho exato do estrago quando assumir o cargo, em janeiro. “Não existe transição. Todas as informações são filtradas antes de chegar a nós. Ela está fazendo uma ‘operação gaveta’: quando a gente abrir, vai ser uma surpresa daquelas”, afirma um integrante da equipe de Serra. A Secretaria de Finanças do município diz que fechará o ano com superávit. Para alcançar esse feito, só há duas formas: receber, sob um pretexto qualquer, ajuda financeira do governo federal ou cancelar de uma vez, formalmente, o pagamento de obras já executadas, obrigando os fornecedores a recorrer à Justiça para receber o que lhes é devido. Exatamente como Pitta fez. Ele também deixou a prefeitura com superávit. Mas só no papel.”

(grifos nossos)

Tinha até um quadro explicativo do buraco deixado, segundo a boa reportagem de Cynara:

Ela ainda escreveu outro texto tratando do tema, mas abordando a aliança com Paulo Maluf. Vale a leitura.

Elogio a Alckmin

Talvez as opiniões atuais de Cynara Menezes não sejam favoráveis a alguns dos políticos enaltecidos em reportagem recente, mas aí vai o material:

Pouco sal, muitos votos – Ganha força uma safra de políticos com imagem de honestidade, jeito de síndico e nenhum carisma. Bom para o país – Os resultados das últimas eleições municipais revelam uma nova safra de políticos que começa a emergir com força no Brasil: a dos “picolés de chuchu”, apelido cunhado pelo colunista José Simão, do jornal Folha de S.Paulo, para se referir ao expoente dessa tribo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB. Os “picolés de chuchu” têm, entre outras, as seguintes características: cultivam um perfil discreto, são politicamente moderados e transmitem a imagem de bom administrador com biografia intocável. Dos dez prefeitos eleitos nas principais capitais do país na última campanha eleitoral, quatro encaixam-se nesse perfil (José Fogaça, em Porto Alegre; Serafim Corrêa, em Manaus; Fernando Pimentel, em Belo Horizonte; João Coser, em Vitória), contra apenas um (Célio de Castro, em Belo Horizonte) da campanha anterior. A discrição dessa nova safra de políticos é um contraponto ao personalismo dos líderes de velhas correntes, que sempre se sobrepôs a partidos e projetos políticos. Personalismo que também está na base dos populismos de esquerda e de direita, e que pode ter entrado em fase de extinção no Brasil (…)A ascensão de políticos que se projetam por suas realizações e apelo ético, e não pelo aspecto performático, é positiva para o Brasil. Sinaliza um eleitor mais amadurecido, que privilegia a racionalidade em detrimento do espetáculo (…) Nas praias cariocas, anda em falta – e já faz tempo – um bom e insosso picolé de chuchu.” (grifos nossos)

Elogio a Aécio (rolou até carta agradecendo)

Nossa estimada Cynara Menezes também escreveu sobre Aécio Neves e, com seu jeito objetivo, não poupou elogios à administração tucana. Um leitor até escreveu para agradecer. É sério, tá tudo aí, texto e carta em seguida:

Uma empresa chamada Minas – Em apenas dois anos, o estado sai do vermelho graças a um processo de saneamento baseado em métodos da iniciativa privada – Minas Gerais receberá uma ótima notícia nesta semana: depois de uma década de desequilíbrio fiscal, o estado finalmente saiu do vermelho. O feito, resultado da opção do governador Aécio Neves (PSDB) por uma política administrativa austera e uma gestão baseada nos métodos da iniciativa privada, reforça uma constatação e consolida uma tendência. A constatação é que a solução para o caos fiscal nos estados passa, obrigatoriamente, pelo rigor administrativo. A tendência é que, daqui para a frente, políticos em cargos executivos terão de ser, antes de tudo, administradores eficientes. (…) No ano passado, nove estados brasileiros, além do Distrito Federal, conseguiram fechar o ano com superávit nominal, ou seja: com o orçamento no azul e os pagamentos em dia, incluindo o serviço da dívida. São eles: São Paulo, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Pará, Rondônia, Tocantins e Rio de Janeiro (que, neste ano, deve voltar a ser deficitário). O fato de Minas conseguir juntar-se a esse time é ainda mais notável pela velocidade com que Aécio Neves conseguiu tirar o estado do buraco profundo em que ele se encontrava (…) “Só com o fechamento de alguns ralos, conseguimos nos enquadrar nos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal”, diz o secretário de Planejamento e Gestão de Minas, Antonio Augusto Anastasia. A Lei de Responsabilidade Fiscal é um dos instrumentos que mais têm impulsionado a recente preocupação dos políticos com a gestão pública profissionalizada (…) O choque de gestão empreendido por Aécio Neves em Minas tem clara inspiração na experiência realizada por Mário Covas em São Paulo” (grifos nossos)

As cartas elogiando reportagem pró-Aécio:

“Cumprimento esta renomada revista e seus jornalistas José Edward e Cynara Menezes pela reportagem “Uma empresa chamada Minas” (24 de novembro). A matéria retrata com informações precisas e dados consistentes o que nós, mineiros, vivenciamos atualmente. À frente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte, reconheço que o governador de Minas, com projetos consistentes, tem apresentado à sociedade um novo modelo de administração. As ações desenvolvidas por seu governo demonstram competência e geram credibilidade para Minas Gerais, com resultados já visíveis. Bem assessorado por sua equipe de secretários, o governador mostra que é possível fazer um bom governo por meio de uma gestão moderna e atuante – Roberto Alfeu – Belo Horizonte, MG

“É motivo de orgulho e alegria saber o que está acontecendo em Minas Gerais, sob a batuta competente do governador Aécio Neves. Austeridade fiscal, saneamento da máquina administrativa, estabilidade macroeconômica e equilíbrio orçamentário são medidas que, quando implementadas com rigor, resultam num estado próspero e estável. Bravo, Minas, o Brasil te aplaude de pé, esperando que outros estados sigam teu exemplo de boa governança! – Adriana Cunha Costa – Washington, DC, EUA”

Zeca Dirceu, o filho

A revista VEJA publicou longa reportagem intitulada “O Fantasma do Autoritarismo”, com críticas pesadas – e merecidas – ao PT. Coube a Cynara Menezes falar de Zeca Dirceu, o filho do Zé. Curiosidade é falar da imprensa favorável ao PT…

Um caso para o CFJ – Em Cruzeiro do Oeste, um editorial do jornal da cidade teve como título o slogan de campanha do filho de José Dirceu. Nem o CFJ aguentaria – Candidato a prefeito pelo PT em Cruzeiro do Oeste, no Paraná, José Carlos Becker de Oliveira, 26 anos, filho do ministro José Dirceu, construiu em sua cidade o que parece ser a república dos sonhos de integrantes do governo federal: aquela em que a imprensa só publica notícias que lhes são favoráveis (…) E, para o caso de alguém ainda ter dúvidas sobre o entusiasmo com que a Tribuna encara a candidatura do petista, seu proprietário, Fernando Amaral, faz questão de deixar bem claro: “Meu jornal é a favor do Zeca. Credencial de filho de ministro vale muito mais do que a de deputado federal“, diz (…) Não por coincidência, a Rádio Difusora de Cruzeiro do Oeste tem como sócio Valter Rocha, candidato a vice-prefeito na chapa de Zeca, e seus estúdios funcionam como uma espécie de subsede do comitê de campanha: o programa de rádio do candidato a ser levado ao ar no horário gratuito, por exemplo, será gravado lá. Desse jeito, nem a Fenaj agüenta. Cynara Menezes, de Cruzeiro do Oeste” (grifos nossos)

Esquerdistas ultrapassados

Muito interessante a análise de Mario Sabino com reportagem de Cynara, publicada também na VEJA, sobre os esquerdistas ultrapassados. Confiram:

Capitalistas de esquerda – Como não dá para mudar tudo isso que está aí, resta aos esquerdistas brasileiros seguir o mesmo caminho dos europeus: revolucionar-se a si próprios (…) Che Guevara, como capitalista: às vezes é preciso endurecer, mas com ternura. No caso, endurecer o receituário liberal (…) O marxismo não só é anacrônico, como desonesto. Dos três volumes que compõem a obra magna de Karl Marx, O Capital, o filósofo só escreveu o primeiro. Os outros dois foram organizados e completados por Friedrich Engels, com base nas anotações deixadas pelo camarada a quem sustentava financeiramente. Como Marx jamais foi visitar uma fábrica (preferia o conforto da Biblioteca do Museu Britânico, em Londres), a sua única fonte sobre o proletariado de carne e osso foi o livro Condição do Operariado na Inglaterra, de Engels (…) Durante o governo do presidente François Mitterrand, o socialista que deu um choque de capitalismo na França, um jornalista perguntou ao então ministro das Finanças, Jacques Delors, qual era a diferença entre esquerda e direita. “A diferença em relação à direita é que nós da esquerda fazemos o mesmo com dor no coração“, disse Delors. Se o ministro Antonio Palocci quiser usar a frase, sinta-se à vontade.” (grifos nossos)

Marta: vida pessoal

Além de falar do rombo deixado na Prefeitura de São Paulo e da aliança com Paulo Maluf, a aplaudida Cynara Menezes tratou duas vezes da vida pessoal de Marta Suplicy. Acompanhem a primeira reportagem:

Marta e seus dois maridos – Enquanto o bom de voto Eduardo Suplicy esnoba a campanha da ex-mulher, Luis Favre, o atual da prefeita, é apontado por caciques do PT como fator de rejeição à candidata – Entre os muitos problemas que uma candidata é obrigada a enfrentar na largada de uma campanha eleitoral, a prefeita Marta Suplicy vem deparando com dois com os quais não contava: seu marido e seu ex. O atual, Luis Favre, por ela nomeado coordenador da campanha para a reeleição à prefeitura de São Paulo, em menos de um mês tornou-se o pivô de uma rede de intrigas que já resultou na formação de uma ala que defende seu afastamento. Já o senador Eduardo Suplicy seria, para Marta, antes uma solução que um problema. Tradicional campeão de votos, o petista é um cabo eleitoral e tanto. A questão é que se recusa a entrar de corpo e alma na campanha da ex-mulher, como gostariam a prefeita e seu marqueteiro, Duda Mendonça (…) Tanto o filme que Duda prepara quanto as solicitações para que o senador enfeite o palanque da ex-mulher têm o mesmo objetivo: diminuir os altos índices de rejeição à petista, tida como “arrogante” por parte do eleitorado (…) Para piorar o quadro, o jornal Folha de S.Paulo publicou na semana passada uma reportagem que fala sobre uma suposta ligação de Favre com o megainvestidor Naji Nahas, ao lado de quem ele teria tentado obter, na prefeitura paulistana, um contrato de coleta de lixo para a empresa Vega Engenharia Ambiental. Favre declarou que não conhece o investidor e que pretende processar o jornal (…) Na vida privada, Marta e Favre continuam em lua-de-mel. Nos fins de semana, costumam freqüentar a Vila Toscana, propriedade do empresário Ivo Rosset, em Campos do Jordão. Rosset, cuja mulher, a psicanalista Eleonora Mendes Caldeira, é amiga de infância de Marta, é dono de uma das maiores adegas de São Paulo. Para homenagear os convidados, ele, não raro, abre preciosidades como o borgonha Montrachet, produzido pela Romanée-Conti e considerado um “stradivarius” dos vinhos brancos – uma garrafa não sai por menos de 1.700 dólares (…) Terá, portanto, de sorrir muito para conquistar a simpatia dos eleitores. E se esforçar para que seu ex, muito querido em São Paulo, suba para valer em seu palanque. Se a nova namorada deixar, claro.” (grifos nossos)

E também a FORMIDÁVEL entrevista de Monica Dallari, então a nova namorada de Eduardo Suplicy, na qual Marta é mencionada. Taí:

Eduardo destravou – A namorada de Eduardo Suplicy diz que o senador mudou para melhor após a separação – mas que o mesmo não aconteceu com Marta (…) Soa natural, portanto, que se arrisque a analisar – e criticar – os rumos da campanha (para ela “equivocada”) da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, ex-mulher de seu atual namorado, o senador Eduardo Suplicy. Divorciada, 40 anos e mãe de três filhos, Mônica – uma morena bonita, esbelta, gentil e educada – conheceu o senador quando era ainda estudante. Hoje, um ano e meio após o início do namoro, deixa claro que tem por Suplicy, além de paixão, profunda admiração. Acha lindo, por exemplo, e dá “o maior apoio”, quando ele se põe a cantar sua música preferida, Blowin’ in the Wind – um costume que irritava a prefeita (…)

Veja – A senhora acha que Marta vai ganhar?
Mônica – Está bem difícil, mas não é impossível. O problema é que a campanha do PT no segundo turno está equivocada, privilegiando ataques, e não propostas.

Veja – Se ela perder, terá sido por causa dessa campanha equivocada?
Mônica – Se perder, acho que terá sido pela campanha equivocada e também por algumas posturas adotadas por ela durante o governo, que criaram essa imagem de arrogância.

Veja – Que posturas são essas?
Mônica – O relacionamento com a imprensa, por exemplo. Episódios como a discussão que ela teve com aquela dentista na época da enchente cristalizaram uma imagem de que ela não estava aberta a críticas. Foi péssimo. Acho que houve também uma mudança muito radical da figura dela em relação ao que era antes de 2000.

Veja – Que mudanças?
Mônica – O comportamento, os lugares que passou a freqüentar, as roupas que passou a vestir. Uma mudança que não foi bem digerida.

Veja – Acha que ela passou a se vestir com mais ostentação?
Mônica – Muito mais. Passou a ter outras amizades, transformou o Antiquarius – um dos cinco restaurantes mais caros da cidade – em seu ponto de encontro. Tudo isso conta.

Veja – Há influência do atual marido, Luis Favre, nisso?
Mônica – Acho que sim. Parece que ele quer transformá-la em uma Evita.

Veja – A senhora acha que Favre contribui para o alto índice de rejeição de Marta entre os eleitores?
Mônica – Acho que ele fica numa posição em que, inevitavelmente, acaba sendo muito comparado ao Eduardo – uma pessoa muito querida, que tem história, uma confiança das pessoas muito grande. É uma comparação em que o Favre perde, não tem a menor dúvida. Eu diria que ele perde em todos os quesitos.

Veja – Até nos físicos?
Mônica – Para mim, especialmente nos físicos. Em simpatia, ele também perde.

Veja – O que a senhora acha de a prefeita ter feito plástica, usar Botox?
Mônica – Às vezes até assusta, e as pessoas comentam muito: “Nossa, ela fez de novo”. Ela sempre foi bonita, acho que não teria necessidade de fazer tantas coisas. Mas, se é feliz com isso, é o que vale.

Veja – E ciúme da ex-mulher?
Mônica – Não. Também passei por um casamento que foi muito bom, a gente fica mais madura. Eu tenho noção da importância da Marta na vida do Eduardo, mas também estou certa de que isso passou. Tenho absoluta segurança do quanto ele gosta de mim e de que hoje a questão amorosa com ela está resolvida. Às vezes me irrito com ela, e com o PT também, nos momentos em que ele é tratado com desrespeito. Como naquele caso em que ela o mandou calar a boca num evento público. Fiquei profundamente irritada. Acho que ele não tinha se dado conta de que ia sair nos jornais e relevou. E talvez ela esteja tão acostumada a tratá-lo dessa maneira que também não se deu conta. Mas é algo que não aconteceu mais e que não vai acontecer mais. Ele tem de ser respeitado como pessoa, como senador. E é incapaz de fazer coisas como essa. Sempre foi de uma extrema gentileza para com Marta e deu muitas demonstrações de civilidade – inclusive quando enviou uma carta ao Lula para dizer que ele se sentisse à vontade para aceitar o convite dela de ser seu padrinho de casamento. Não tem nada que me irrite mais do que quando eu vejo que o Eduardo está sendo desrespeitado” (grifos nossos)

De brinde, para as feministas, tem essa também muito boa. Talvez não concordem, mas não é comigo que devem reclamar.

Outros destaques: reportagem sobre Kakay; outra sobre a corrupção (cita o caso Santo André); Brasileiro “sabe votar” (época das eleições de 2004); há muita coisa bacana, seria impossível transcrever tudo, mesmo apenas trechos.

E há o honroso elogio do chefe, com foto e tudo. Inesquecível e memorável a passagem de Cynara pela VEJA.

Enfim

Não sei bem como funciona isso de PIG. Paulo Henrique Amorim teve seus momentos, o mesmo se pode dizer de Nassif. Agora, uma boa coletânea da combativa Cynara Menezes de quando trabalhava na Veja.

Peço apenas que moderem as críticas nos comentários, porque ofensas serão excluídas, ok? Usem argumentos, não insultos. Até porque amanhã vocês podem mudar de idéia por fatores os mais diversos.

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