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Polícia Federal vai investigar perseguição a israelenses na UFSM

Pró-reitor de universidade pediu lista de pessoas “oriundas de Israel” a pedido de entidades de esquerda

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José Fernando Schlosser pediu lista de “oriundos de Israel”

O meio universitário brasileiro foi abalado na última semana pela notícia da perseguição escandalosa ocorrida numa universidade federal. Felipe Moura Brasil tratou assim o tema em seu blog:

José Fernando Schlosser, pró-reitor substituto da Universidade Federal de Santa Maria-RS, enviou um memorando aos responsáveis pelos programas de pós-graduação cobrando “o envio urgente” de uma relação de alunos e professores oriundos de Israel.

O texto informa que “esta demanda atende solicitação de requerimento de representantes da SEDUFS, ASSUFSM, DCE e Comitê de solidariedade ao povo palestino”.

Ou seja: grupos militantes pró-Palestina queriam identificar todos os judeus locais, assim como grupos oficiais e para-oficiais faziam na Alemanha, nos anos precedentes ao Holocausto.

Após esta descoberta, a Polícia Federal anunciou ontem que irá investigar o tema. Vejam a reportagem publicada no Diário de Santa Maria:

A Polícia Federal instaurou um inquérito, na sexta-feira, para investigar duas denúncias que envolvem a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM): racismo e falsificação de documento.

Um servidor já foi ouvido, e novas diligências devem ser feitas nesta segunda-feira para apurar as circunstâncias da divulgação de um documento em que o pró-reitor substituto de pós graduação e pesquisa, José Fernando Schlosser pede aos cursos que forneçam informações à reitoria sobre a presença de estudantes ou professores israelenses.

A UFSM argumenta que fez a solicitação em resposta a perguntas feitas por um grupo de entidades via Lei de Acesso à Informação.

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