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Por CPMF, governo Dilma cogita até cobrar mensalidades em universidades públicas

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Jornal comenta que a ameaça seria usada para pressionar o Congresso pela volta do imposto.

A proposta de orçamento entregue para 2016 pela primeira vez na história prevê déficit. Apesar de Joaquim Levy acreditar haver margens para cortes, Dilma segue irredutível contra novas reduções e pretende usar o documento deficitário como pressão política para aprovação da CPMF. Do contrário, diz o Valor Econômico, a presidente cogita medidas ainda mais polêmicas, como ajustes mais radicais na previdência social ou mesmo “passar a cobrar dos alunos das universidades públicas“.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Se isso não for um blefe, é um suicídio político. Uma medida tão impopular, por mais correta que soe, seria complicada até mesmo para o Lula de 2010, aprovado por 83% da população. Para a Dilma de 2015? Os parlamentares podem pedir para virar as cartas sem medo. Ela não tem nada nas mãos.

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