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Procurador de Contas afirma que governo faz apologia à impunidade em acordos de leniência

Em janeiro, Dilma Rousseff defendeu que apenas pessoas devem ser punidas pelos desvios de dinheiro da Petrobras. De acordo com a presidente, empresas não podem ser destruidas.

Dilma cantando parabéns em inglês

 

Segundo o Estadão, o Ministério Público Federal que evitar que a Controladoria Geral da União, que é ligada ao Executivo, celebre acordos de leniência com as empresas investigadas pela Operação Lava Jato. O procurador do MP diz que integrantes do governo fazem “apologia à impunidade” e também vê “terrorismo” nos argumentos do excutivo.

Em declarações de janeiro, Dilma Rousseff defendeu que apenas pessoas devem ser punidas e que empresas não podem ser destruídas.

De acordo com Julio Marcelo, procurador do Ministério Público:

“É preciso que se pare com a falácia de que se as empresas não fizerem acordo de leniência com a CGU e forem punidas, o Brasil vai parar, todas vão desaparecer, milhares de pessoas vão perder seus empregos. Isso é apenas terrorismo e chantagem. O que se espera que pare de funcionar efetivamente é o propinoduto alimentado por essas empresas para o enriquecimento ilícito de agentes públicos e o financiamento inadequado de partidos e campanhas políticas.”

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