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Para Ministério Público, MST e Incra obrigaram assentados a votar no PT

Leiam trechos de reportagem do Estadão, voltamos em seguida:

MPF acusa MST e Incra de terem coagido acampados a votar em vereadora do PT – O Ministério Público apresentou nesta terça-feira, 5, denúncia de que acampados da reforma agrária no município de Agudos, no interior de São Paulo, teriam sido coagidos a transferior títulos eleitorais para favorecer uma candidata a vereador do PT que contava com o apoio do Movimento dos Sem-Terra (MST). O fato, segundo a denúncia divulgada nesta terça, teria ocorrido na eleição municipal de 2008 (…) Na representação enviada agora à Promotoria Eleitoral, afirma-se que nas eleições municipais de 2008, quase todas as famílias que estavam acampadas à espera de uma vaga no Projeto de Assentamento Maracy- Agudos/SP, foram cooptadas a transferir seus títulos eleitorais para a cidade de Iaras. Elas deveriam votar na então candidata à vereadora do PT e uma das líderes do MST na região. Quem não o fizesse ficaria fora não receberia seus lotes (…) “O MPF recebeu dos próprios assentados a informação de que todas as famílias que estavam acampadas foram obrigadas a transferir seus títulos eleitor ais para o município de Iaras/SP”, diz a nota da assessoria. “Lá, elas deveriam votar na então candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosemeire Pan D´Arco de Almeida Serpa, sob a ameaça de não serem selecionadas para o assentamento.” O esquema teria contado com o apoio do Incra. Teria saído daquele instituto toda a documentação necessária para a transferência dos títulos, com a falsa confirmação de que eram acampados no município de Iaras… (grifos nossos)

Comentário
Essa notícia é para quem ainda tinha dúvidas sobre o MST. Trata-se de uma organização diretamente vinculada a partido político, agora formalmente acusada por usar os pobres assentados como massa-de-manobra.

Nos dias de hoje, o “coroné” carrega uma estrela vermelha, mas continua rico e o voto continua sendo de cabresto. Se não votar, não ganha terra.

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