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Fachin, indicado pelo PT ao STF, pode ser barrado pelo Senado

Sociedade e parlamentares apresentam motivos para barrar Fachin, indicação polêmica da presidente Dilma

LuizEdsonFachinA indicação de Luiz Edson Fachin, que já tratamos aqui, passará pelo crivo do Senado na semana que vem e é o tema de reportagem da edição atual de Isto É, já nas bancas. Vejam um trecho:

A última barreira contra as pretensões de Fachin apareceu na quinta-feira 7, quando o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) divulgou uma nota técnica, escrita pela assessoria legislativa do Senado. O documento considera ilegal o fato de ele ter exercido a advocacia no período em que era procurador do estado do Paraná, de 1990 a 2006. Fachin ainda atuou como advogado em 57 processos abertos desde 2013 no Tribunal de Justiça do Paraná, onde sua mulher, Rosana Amara Girardi Fachin, é desembargadora desde 1999.

Uma dos primeiros obstáculos para a aprovação surgiu assim que seu nome foi oficializado pelo Planalto. Em um vídeo de 2010, durante a campanha eleitoral, Fachin deu um depoimento em favor da reeleição de Dilma à Presidência. Apesar de todas as ressalvas, o candidato ao STF conta com apoios importantes, alguns até surpreendentes.

Inúmeras campanhas têm sido organizadas nas redes sociais para pressionar os senadores a rejeitarem Fachin. Recentemente, um vídeo com a confissão do próprio Fachin de que cometeu “crimes que podem não estar prescritos” foi bastante replicado. Vejam abaixo:

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