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Retrospectiva 2013: o mês de janeiro apresentou Haddad a São Paulo

A má condução da Petrobras, a má administração de Dilma e as mentiras inventadas pelo PT também foram destaque

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Poucos discordam que 2013 foi o ano politicamente mais conturbado para o país desde 1992 com o impeachment de Collor. Como brasileiro aparenta ter memória curta, o Implicante inicia hoje uma série retrospectiva que diariamente resumirá cada um dos complicados 12 meses que se findaram neste 31 de dezembro. Começando, naturalmente, por janeiro.

O primeiro personagem político a chamar atenção foi o calouro em cargos executivos, o ex-ministro Fernando Haddad. Sem a presença de Lula (que fugia da imprensa), logo de cara reconheceu não possuir recursos para cumprir as promessas de campanha. O primeiro protesto já veio no quarto dia, quando líderes de movimentos de moradia popular cercaram a prefeitura. Movimentos estes que, na primeira oportunidade, invadiram área cedida ao instituto Lula. Kassab, eterno inimigo da militância do PT, teve um de seus subprefeitos nomeado diretor na gestão Haddad. Quem também se deu bem foi Maluf ao garantir 7 de 8 diretores da COHAB. Quitados os favores de campanha, Haddad partiu para críticas ao governo do estado, mesmo com aliados seus apoiando a internação compulsória.

A Petrobras obteve ainda mais destaque. Ainda na primeira semana, confirmou-se que a estatal foi a empresa brasileira que mais perdeu valor no ano anterior. Um dos motivos teriam sido os mais de 130 BILHÕES de reais em dívidas acumulados nos quatro anos anteriores. Com isso, perdeu o posto de maior empresa da América Latina para uma petrolífera colombiana. Em meio a atrasos de pagamentos que prejudicaram fornecedores levando-os à falência, fechou o primeiro mês do ano anunciando um aumento de 6,6% para a gasolina e 5,4% para o diesel.

A maquiagem de dados, uma prática que se tornou hábito corriqueiro da parte do PT em 2013, começou com tudo já em janeiro. Uma manobra fiscal adotada pelo governo para fechar as contas do ano passado fez o Tesouro Nacional ter um prejuízo de mais de R$ 4 bilhões. Promessas de campanha foram alteradas do site da presidência. Uma organização internacional previu aumento de desemprego no país, indo de encontro a números facilmente contestáveis do IBGE. E o presidente do partido concluiu que imprensa livre podia levar ao nazismo.

Dilma, vendida ao povo brasileiro como uma ótima gerente, deu mostras do mau uso do dinheiro público. Perdeu investimentos para Rússia, Turquia, México e Tailândia; aplicou apenas 7% do fundo anti-drogas e apenas 23% da verba para a segurança pública. Todavia, gastou 6,6 milhões de reais em uma pesquisa de opinião. O que não se podia era reclamar de incoerência, uma vez que o governo de seu fiador teve mais de 40 milhões de reais usados em “gastos secretos”.

Amanhã serão relembrados os acontecimentos do mês de fevereiro.

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