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Se havia dúvida sobre o Marco Civil da Internet, já não há: foi o último decreto de Dilma

Decreto vem em meio a uma sequência de pautas em sabotagem ao governo Temer

E foi a própria Folha quem fez questão de destacar que a assinatura do decreto se deu no apagar das luzes. Sem dar detalhes do texto final, o jornal que mais defende o petismo reforçou que a presidente fazia questão de deixar o Marco Civil da Internet assinado antes de ser chutada da Presidência da República.

O que busca o PT com isso? Há muitas especulação. Mas certo é que, nos últimos dias, a sigla cumpre uma pauta de sabotagem à gestão Temer, e a de máximo aproveitamento da estrutura pública enquanto se mantinha no poder. Se de fato tinha como vital a desse decreto, boa coisa o brasileiro não deve esperar do Marco Civil.

Foi graças a ele que a Justiça brasileira já conseguiu por duas vezes bloquear o Whatsapp. E, com a proibição de acordos unilaterais entre provedores e serviços, ficará ainda mais difícil encontrar alternativas à limitação de uso de banda que vem sendo desejada pelas operadoras para sabotar a concorrências de serviços como Netflix e YouTube.

De quebra, a regulamentação de algo que não pedia para ser regulamentado abre margens para emendas futuras que possam colocar em risco a liberdade de expressão na web.

Todo cuidado é pouco. O brasileiro aprendeu do que o PT é capaz.

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